domingo, 12 de abril de 2015

OFICINA DE APICULTURA EXTRA CLASSE


O apicultor Manoel Alves dos Santos ministrou a Oficina de Apicultura Extra Classe dia 13 de Agosto de 2014 com jovens da comunidade no campo denominado Cercado Grande. Na oficina foi ensinado aos jovens de como devemos cuidar das abelhas, não devemos queimar a colméia para retirar o mel. Temos uma técnica tradicional de retirar o mel das colméias sem prejudicar o cortiço é utilizar à fumaça de vegetal queimado sem formação de tocha de fogo.
Durante a fumaça as abelhas ficam tontas, umas voam outras caem no chão, mas não chega a matar as abelhas, neste espaço que fizemos fumaça dar tempo para retirar o mel da colméia. O ideal é retirar 60 ou 70 % do mel da colméia, tem que deixar um pouco para as abelhas, porque elas precisar alimentar os filhotes em forma de larvas dentro do cortiço, desta maneira vai preservar a natureza. Na Oficina foi mais uma aula de conscientização dos jovens porque o processo de aprendizagem é bastante simples. Gostaria de ficar mais um pouco com eles, o horário de encerrar a oficina nós tínhamos que caminhar um pouco até a aldeia agradeceu os jovens por esse momento tão especial.


Coordenação do Ponto de Cultura
Horizonte Circular

OFICINA DE REMO


O pescador Ademilson Florencio de Souza, ministrou Oficina de Remo dia 06 de Agosto de 2014 com alunos na Escola Indígena Estadual Pajé Francisco Queiroz Suíra. Na oficina levou para a escola remos de remar e pilotar a canoas no Rio São Francisco. Como era uma aula cultural teórica fizemos movimentos de forma teatral, as crianças eram figurantes representando os pescadores do Rio São Francisco.
O remo para o pescador não é atividades esportivas, mas sim um artifício que ajuda o canoeiro a movimentar sua canoa pelas águas do rio, levando ele para qualquer lugar para fazer seu ofício de pesca. Desenhamos uma canoa no chão e fizemos simulação com remadores e remadoras fazendo movimentos no ar mexendo os remos como estivesse no mundo real. O mais interessante foi que durante a aula cultural nós íamos contando histórias de pescarias, sobre o grande esforço que o pescador faz para mover a canoa principalmente contra a correnteza. Chegando meu horário de encerrar a oficina agradeci as crianças por esse momento tão maravilhoso.



Coordenação do Ponto de Cultura
Horizonte Circular

OFICINA PESCA ARTESANAL


O pescador José Paulo dos Santos, ministrou a Oficina de Pesca Artesanal nos períodos manhã e tarde dia 23 de Julho de 2014 com alunos na Escola Indígena Estadual Pajé Francisco Queiroz Suíra.

Na oficina ele levou para a escola artifícios de pesca tarrafa, cuvú, jereré e agulhas de madeira para tecer os artifícios. Na técnica de confecção dos artifícios utilizamos linhas de nilon, varas de madeira e cordas de fibras de caroá. Na confecção da tarrafa, as crianças mostram habilidade porque elas já conhecem muito o processo com seus pais em casa. Elas adoraram a aula cultural, todas elas queriam participar como tecelões de redes de pescar, mas organizei as turmas de alunos em grupos de 8 a 10 alunos e alunas de modo que o aprendizado pudesse alcançar o círculo maior possível. As crianças todas queriam tecer, mas o elemento utilizado não daria para todas elas ao mesmo tempo. Eu falei calma todas vão participar aí as professoras ajudaram na organização. O pescador que ou pescadora precisa confeccionar seus artefatos de pesca, seja tarrafa, cuvú ou rede de malhas, os pescadores usam seus instrumentos para capturar os peixes na pescaria no rio. Gostaria de ficar mais um pouco com eles, o horário de encerrar a oficina agradeci as crianças por esse momento tão maravilhoso.



Coordenação do Ponto de Cultura
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OFICINA CANTOS E DANÇAS DO TORÉ


O ancião Arnaldo Frederico de Souza ministrou a Oficina de Cantos e Danças do Toré com alunos na Escola Indígena Estadual Pajé Francisco Queiroz Suíra, manhã e tarde dia 30 de julho de 2014 pelo Ponto de Cultura Horizonte Circular, na Aldeia Kariri-Xocó município de Porto Real do Colégio, Alagoas fazendo atividades culturais com passos em Dança do Toré numa espécie de Coreografia Tradicional os tipos dançando em movimento da Cultura Kariri-Xocó: Dança do Boi, Dança do Passarinho, Maruanda, Dança do Buzo estas as mais conhecidas que requer um aprendizado apurado na forma de dançar. Na Dança do Boi foram utilizado duplas com um menino e uma menina de cada vez, os dois dançando com as mãos dadas fazendo movimentos das pernas e dos braços imitando o Boi Valente na História Tradicional.
Na Dança do Passarinho formei um círculo de meninos internamente e um círculo de meninas externamente no pátio da escola o menino escolhe uma menina para fazer a Dança do Passarinho quando o dançarino termina o passe ele sai da roda e a menina fica no centro do círculo da dança agora ela é quem escolhe um menino para também realizar o passe da dança do Passarinho, neste ínterim vai até terminar o círculo com a participação de todos que estão no círculo de Dança do Toré. No final Agradeci a todos os alunos, a direção da escola o Ponto de Cultura por lembrar-se de nossa tradição que vai continuar, estamos vendo as crianças praticar.


Coordenação do Ponto de Cultura
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OFICINA CONFECÇÃO DA CERAMICA EXTRA CLASSE


A ceramista Maria Amália Santos Pires ministrou Oficina de Cerâmica manhã e tarde dia 1º de Agosto de 2014 pelo Ponto pelo Ponto de Cultura Horizonte Circular, na Aldeia Kariri-Xocó município de Porto Real do Colégio, Alagoas iniciando o trabalho dando continuidade as atividades da oficina anterior, concluindo fazendo peças da cerâmica utilitária colocando bocas nos objetos de barro potes, panelas da Cultura Kariri-Xocó. Na confecção foram ensinada as meninas primeiro no período de manhã seguindo as atividades à tarde continuamos já com outra operação confeccionando objetos cerâmicos também maiores na forma mesmo utilitária em tamanhos reais. Agora durante a secagem das peças não dar para terminar todo o processo de confecção chamado nesta forma de capiar e alisar. Para concluir o aprendizado da cerâmica os objetos são banhados por um pano umedecido com tauá amarelo para dar uma consistência melhor, logo após alguns minutos ao sol os potes podem ser alisados com sementes de mucunã. Nesta fase da cerâmica ficou somente a pintura dos objetos com tauá branco com figuras florais, pronto estar concluída a confecção da cerâmica. No final Agradeci a todos os alunos, a direção da escola o Ponto de Cultura por lembrar de nossa tradição que vai continuar, estamos vendo as crianças praticar.


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OFICINA CONFECÇÃO DA CERAMICA EXTRA CLASSE



A ceramista Maria Amália Santos Pires ministrou Oficina de Cerâmica manhã e tarde dia 16 de Julho de 2014 pelo Ponto pelo Ponto de Cultura Horizonte Circular, na Aldeia Kariri-Xocó município de Porto Real do Colégio, Alagoas iniciando o trabalho de fazendo peças da cerâmica utilitária numa espécie confecção em objetos de barro potes, panelas da Cultura Kariri-Xocó: as técnicas utilizadas numa cultura tradicional rudimentar artesanal. Na confecção foram ensinadas as meninas primeiro no período de manhã como fazer pequenas peças potinhos e panelinhas de brinquedo, seguindo as atividades à tarde continuamos já com outra operação confeccionando objetos cerâmicos maiores na forma mesmo utilitária em tamanhos reais. Mas esta atividade requer tempo de secagem das peças não dar para terminar todo o processo de confecção chamado borjar e flojar. Para concluir o aprendizado da cerâmica somente com outra oficina. As meninas mesmo sendo orientadas pela ceramista tinham um pouco de dificuldade na prática porque só adquire conhecimento fazendo com tempo. No final Agradeci a todos os alunos, a direção da escola o Ponto de Cultura por lembrar-se de nossa tradição que vai continuar, estamos vendo as crianças praticar.


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OFICINA DE CERAMICA EXTRA CLASSE


A ceramista Maria Amália Santos Pires ministrou a Oficina de Cerâmica no turno da manhã e tarde dia 07 de Julho de 2014 pelo Ponto pelo Ponto de Cultura Horizonte Circular, na Aldeia Kariri-Xocó município de Porto Real do Colégio, Alagoas fazendo um trabalho de aperfeiçoamento da cerâmica utilitária numa espécie confecção em objetos de barro potes, panelas da Cultura Kariri-Xocó: requer um aprendizado apurado na forma de manusear a argila. Na confecção foi utilizado matéria prima da própria Terra Indígena, com meninas primeiro no período de manhã cavando a argila retirando o barro, depois os torrões são quebrados seguindo as atividades à tarde continuamos já com outra operação aguando o barro para preparo dos objetos cerâmicos. Mas antes o barro foi amassado numa tábua no chão, misturando com areia e cinza para amaciar a argila, assim a técnica fica mais apurada. As meninas orientadas pela ceramista iam logo assimilando os ensinamentos repassados. No final Agradeci a todos os alunos, a direção da escola o Ponto de Cultura por lembrar-se de nossa tradição que vai continuar, estamos vendo as crianças praticar.


Coordenação do Ponto de Cultura
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